Referências Bibliográficas

TOMAZI, Nelson D. (org). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual Editora, 2000. p. 175 – 220 (trata-se de um livro didático sobre sociologia)

OLIVEIRA, Pérsio S. de. Introdução à Sociologia. São Paulo: Editora Ática, 2000. p. 156 – 160 (trata-se de um livro didático sobre sociologia)

MINK, Janis. Duchamp. Berlim: Taschen, 2000. (trata-se de um livro a respeito da vida e obra do artista Marcel Duchamp, que influenciou a arte contemporânea com seus ready-mades)

HEARTNEY, Eleanor. Pós-Modernismo. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. – (coleção Movimentos da Arte Moderna) (trata-se de uma investigação sobre o que significa o termo "pós-modernismo" dentro da arte contemporânea. Além disso, o livro inclui textos e imagens sobre a pop art.)

FARIAS, Agnaldo. Arte Brasileira Hoje. São Paulo: Publifolha, 2002. – (coleção Folha Explica) (pequeno livro sobre a situação da arte contemporânea brasileira hoje. Inclui uma reflexão sobre o que é arte contemporânea e sua história, além de breves introduções aos principais artistas contemporâneos brasileiros.)

COELHO, Teixeira. O Que é Indústria Cultural. São Paulo: Brasiliense, 1998. – (coleção Primeiros Passos) (pequeno livro contendo textos explicativos sobre indústria cultural)

AMARAL, Aracy A. Arte Para Quê?: a preocupação social na arte brasileira, 1930-1970. São Paulo: Nobel, 1984. p. 4 – 13, p. 176, p. 263, p. 322 (reflexão a respeito da função social que uma obra de arte pode exercer e investigação sobre a preocupação social dos artistas brasileiros entre 1930 e 1970)

MORAIS, Frederico. Contra a Arte Afluente: o corpo é o motor da “obra”. In: BASBAUM, Ricardo (org). Arte Contemporânea Brasileira. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001.(texto que faz uma reflexão a respeito do papel do artista, do público e do objeto artístico na arte contemporânea. O autor também questiona o que é arte.)

BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de suas Técnicas de Reprodução. In: A idéia do Cinema. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. p. 55 - 95 (O autor reflete sobre o significado e a função que uma obra de arte passa a ter depois que pôde ser reproduzida em grande escala. Walter Benjamin fala em perda da aura por parte da obra, o que acabaria com seu caráter elitista e diz que uma vez que esta se torna acessível a todos pode ser usada como um instrumento de transformação social.)

MILLIET, Maria A. Bienal de São Paulo: aspectos institucionais. 1985 (texto sobre a história da Bienal de São Paulo como instituição, mas também fala das tendências que a mostra teve ao longo dos anos.)

AGUILAR, Nelson (org). Mostra do Redescobrimento: arte popular. In: BEUQUE, Jacques Van de. Arte Popular Brasileira. São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. p. 64 – 75 (catálogo da mostra, contém textos dos curadores sobre as obras expostas e sobre a exposição em geral.)

25ªBienal de São Paulo: Iconografias metropolitanas. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2002.Brasil v. (catálogo da mostra, contém textos dos curadores sobre as obras expostas.)

25ª Bienal de São Paulo: Iconografias metropolitanas. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2002. Cidades v. (catálogo da mostra, contém textos dos curadores sobre as obras expostas.)

PIZA, Daniel. Como aprender a não gostar de arte. O Estado de São Paulo, São Paulo, 31/03/2002, Caderno 2 (opinião de Daniel Piza, colunista do Estado de São Paulo, sobre a 25ª Bienal)

CYPRIANO, Fabio. Campeã de Audiência. Folha de São Paulo, São Paulo, 23/07/2002, Ilustrada (artigo sobre o público que visitou a 25ª Bienal, contém dados estatísticos e entrevistas com arte educadores responsáveis.)

SOARES, Alessandro. Bienal vira parque de diversões. Diário do Grande ABC, Santo André, 30/03/2002, Cultura (artigo sobre a opinião do público a respeito da exposição, inclui entrevistas com alguns visitantes.)

Bienal de SP chega ao final com público recorde. Artigo disponível na internet: http://www.terra.com.br/diversão/bienal/2002/(reportagem sobre o público que visitou a 25ª Bienal, contém dados gerais.)

Bienal de SP tem público recorde graças às escolas. Artigo disponível na internet: http://www.terra.com.br/diversão/bienal/2002/ (reportagem sobre o público que visitou a 25ª Bienal, contém dados mais detalhados sobre os estudantes.)

Arte contemporânea desafia educadores e estudantes na Bienal. Artigo disponível na internet: http://www.terra.com.br/diversão/bienal/2002/ (reportagem sobre o público que visitou a 25ª Bienal, contém entrevistas com estudantes de uma escola particular.)