Estudo do Centro Cultural




Casa do grito- Butantã





Capela do Morumbi

(Fotos tiradas do site: www.bairro butanta.com.br)

A criação de um espaço cultural varia conforme o agente que o criou. Peguemos como exemplo o Centro Cultural Banco do Brasil, uma empresa privada, sua criação foi visada como uma estratégia de marketing. Quando se fala da instituição cultural, o público logo associa o nome do centro ao nome do banco, a imagem do Cetro está vinculada a do Banco. Com isso, a empresa consegue com que sua logomarca fique em evidência.
Já as instituições públicas não têm a preocupação de fazer um marketing cultural, a preocupação é quanto à preservação da cultura e da disponibilidade para o público. Mas como já vimos, nem sempre estes centros estão a disposição de toda a população.
Os centros privados, apesar de oferecerem preços populares, ou até mesmo gratuitos, há uma restrição ao público. Isso faz com que os paulistanos tenham uma grande acessibilidade, mas como podemos verificar, a grande maioria dos freqüentadores pertencem as classes A e B. Principalmente no caso de empresas que usam o centro como forma de divulgação de seus serviços, fazem disso uma estratégia para ampliação da base de clientes, querem fazer de seus freqüentadores, clientes.
O que acaba ocorrendo nos espaços que culturais privados é uma homogeneização do público, por mais que os agentes que estão por traz disto tudo, viabilizem as atividades com atividades gratuitas, falta uma articulação entro o povo e o evento, afinal o custo gasto com a publicidade, não terá um retorno. Além da população não ficar sabendo, há uma grande falta de desenterrasse, isto já faz parte da cultura dos brasileiros.
Os centros de cultura da prefeitura, ou melhor dizendo Casa de Cultura, como são conhecidos, foram criados com o intuito de atender a necessidade da comunidade onde se localiza. Como pode ser observado no mapa, as Casas de Cultura são localização em bairros mais pobres, assim o intuito de levar a cultura a todos fica muito mais fácil. As Casas de Cultura oferecem atividades mais populares, e em sua maioria cursos, assim conseguem atingir mais o público freqüentado. Mesmo porque não se tem uma grande verba destinada a estes espaços para se investir em cultura. Tratando-se de dimensão, as Casas de Cultura não tem o intuito de promover espetáculos grandiosos.



Centro Cultural Banco do Brasil- São Paulo (tirado do site do mesmo)

 

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