Bibliografia


 

Segue a bibliografia utilizada para a confecção deste site e das monografias:

 

Paul Singer tem longa experiência didática, tendo lecionado em diversas Universidades brasileiras, inclusive como professor da Faculdade de economia da USP. Em 1969 foi um dos fundadores do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento de São Paulo).

Balbinotto Neto. São Paulo, v. 29, n.1, p. 129-149, jan/mar. 1999.

v. 32, n. 38, p. 19, set. 1999.

Paulistano, Bresser formou-se em Direito em 1957 e obteve o título de MBA em 1961 pela Michigan State University. Entre 1963-1983 foi Diretor Administrativo do Grupo Pão de Açúcar. Orientando de Delfim Netto, doutorou-se na USP em 1972 com a tese Mobilidade e Carreira dos Dirigentes das Empresas Paulistas. Militou no MDB e no PMDB. Foi o principal fundador da Revista de Economia Política, em 1980. Em 1987 foi Ministro da Fazenda do governo Sarney.

Nascido no Rio de Janeiro, Geraldo Langoni foi professor de cursos de pós-graduação do instituto de pesquisas econômicas da Universidade de São Paulo, foi subdiretor da escola de pós-graduação em economia da Fundação Getúlio Vargas, no Rio. Autor de várias obras como: A Rentabilidade Social dos Investimentos em Educação no Brasil; As Fontes do Crescimento Econômico do Brasil; Crescimento e Distribuição: Dois Objetivos Antagônicos da Política Agrícola?; As Causas do Crescimento Econômico do Brasil; Distribuição de Renda e Desenvolvimento Econômico do Brasil.  

CRIME E COTIDIANO: A Criminalidade em São Paulo (1880-1924)
de Boris Fausto

Boris Fausto é historiador e professor da FFLCH-USP. Publicou inúmeros livros e artigos, entre eles História do Brasil, História Concisa do Brasil, e organizou o volume Fazer a América, ambos pela Edusp
Ao fazer uma análise da criminalidade em São Paulo entre 1880 e 1920, Boris Fausto aborda uma das facetas menos conhecidas desse período. Mostra como a repressão à marginalidade social e à delinqüência das normas penais, concentrando-se em homicídios, furtos e roubos, e crimes de natureza sexual. A abordagem penetra no terreno da microistória, no que ela tem de mais significativo, surge como uma forma eficaz de controle social, ao mesmo tempo em que investiga as formas de transgressão recuperando relações sociais de tensão e conflito, no interior das casas, nas ruas, nos botequins e bordéis. No momento em que o tema da criminalidade e segurança ganha uma dimensão dramática na sociedade brasileira, torna-se importante conhecer as raízes desse quadro e seu agravamento ao longo do tempo.

Na análise da História da Riqueza do Homem, Huberman trata do contexto no qual a educação brasileira se desenvolve, a partir de aspectos econômicos, sociais e políticos. A abordagem interdisciplinar, tendo por base uma perspectiva histórica da formação e desenvolvimento da sociedade capitalista e, em particular, da sociedade brasileira.

Edmar Bacha, economista sênior do Banco BBA Credinstalt, construiu um dos currículos mais brilhantes entre os economistas de sua geração. Deu aulas em algumas das principais universidades brasileiras e também em Stanford, Berkeley, Columbia e Yale, onde fez PhD em Economia. Foi pesquisador da Universidade de Harvard e do MIT. Integrou a equipe que retirou do forno o Plano Real entre 1993 e 1995. Nos últimos anos, comandou o BNDES, foi a Nova York presidir a BBA Securities e agora, aos 59 anos, está de volta ao eixo Rio–São Paulo como consultor senhor do Banco BBA Credinstalt. Acima de todos esses títulos, no entanto, o que popularizou este mineiro de Lambari foi a criação da Belíndia, uma divertida alegoria sobre a convivência entre opulência e miséria no Brasil – e a incompetência da tecnocracia.
Os ensaios reunidos no livro: Política Econômica e Distribuição de Renda de Edmar Bacha, escritos na Universidade de Harvard em 1976 e 1977, procuram delinear alguns dos principais problemas de economia política que o país enfrenta, indicando as linhas mestras de uma política econômica (alternativa à do atual governo) que esteja voltada para o bem-estar da população brasileira.