Dados Estatísticos

 

Introdução:

O objetivo desse site é investigar qual é a porcentagem de violência na cidade de São Paulo. A violência acontece todos os dias em todos os lugares, mas mais em periferias de São Paulo, aonde os policiais não têm acesso, e isso facilita o comércio de drogas.

As regiões mais violentas na cidade de São Paulo são as regiões da periferia.

Na Boca do Sapo, o índice de criminalidade é muito alta comparando com a região de Moema. Dados mostram que o índice  de crimes como homicídios aumentou em 300%. Em depoimento, traficantes culparam a polícia pelas altas taxas de homicídio.

Quem começa a mexer com o tráfico são os adolescentes e crianças que ajudam os traficantes e em troca recebem a droga.

Pessoas que moram nas favelas se confiam tanto que deixam a porta aberta e ninguém entra.

Dados da Seade mostram que a morte de jovens de 15 a 24 anos aumentaram 19%. Em uma maiores bocas, da favela Santa Madalena em Sapopemba o esquema é menos agressivo e mais profissional. Os adolescentes são consumidores aviões; vendem droga em ruas que não estão na área da boca.

O índice de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos no Brasil, aumentou 48% na última década, deixando o país em terceiro no ranking da Unesco. O problema é mais grave nos centros urbanos. Em 1991, a 2000, a taxa de suicídio foi de 14% e a taxa de jovens mortos foi de  5%.

Não adianta prender 100 mil enquanto a fabrica de bandidos prepara o triplo de pessoas para o crime.

Para melhorar essa situação, seria fazer com que os policiais trabalhassem direito, prendendo os bandidos e soltando os inocentes.

Os jovens estão rapidamente se tornando as principais vítimas de homicídios. Em 1991 foram 35,2 assassinatos para cada 100 mil jovens. Em 2000 passou para 52,1 homicídios para 100 mil jovens.

Com as pesquisas do IBGE, o número de chefes de família de São Paulo de 598 a 1 mil vivia em 2000 com uma renda abaixo da linha de pobreza.

Foi calculada a taxa de mortes mais violentas, essas mortes ocorreram em vários períodos diferentes.

As vítimas de furto, aparecem em último lugar com um terço do total. Em 1995 a 1999 o governador Mario Covas aumentou 30% o orçamento da Secretaria de Segurança Pública, no ano passado foi um dos maiores investimentos da história: 10 milhões.

Em 1996 a taxa do distrito mais violento, o Jardim Ângela era 14 vezes maior do que o distrito mais tranqüilo, o Jardim Paulista. Em 1999, essa diferença foi de 28 vezes maior, o Jardim Ângela mostrou uma taxa de 116,23 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto Moema teve apenas 4,11 assassinatos por grupo com o mesmo número de moradores.

A polícia civil nomeou 5 mil novos policiais, entre 1995 a 1998. O custo da violência de São Paulo atinge 8,9 milhões, mostrou que com a exceção do estupro, todos os crimes aumentaram. Entre roubos de carros que cresceu em 123%, os homicídios culposos 13,8% e o tráficos de droga, 15,2%, foram os que menos cresceram. Cada distrito policial registra em média de 10 a 12 furtos e roubos por dia. E os que deveriam estar nas ruas protegendo a população, estão levando presos para médicos, varas criminais. E o número de homicídios acabou dobrando na Capital.

O governo de Alckimin, fracassou na sua política de segurança e permitiu que o crime se tornasse uma epidemia, como a violência no Estado é definida na Faculdade de Segurança Pública, da USP. Somente o seqüestro, o crime que resultou na morte do prefeito petista Celso Daniel, de Santo André, cresceu 300% no último ano, contra 30% média do aumento do orçamento da segurança pública.

CONCLUSÃO

A violência na cidade de São Paulo, está crescendo cada vez mais, isso faz com que várias pessoas que não têm a ver com a violência sejam vítimas de assalto a mão armada, tráficos de drogas. Pior é quando os policiais recebem dos bandidos para ficar em silêncio; ou não fazem nada para melhorar a violência.

Para melhorar essa situação seria fazer com que os policiais trabalhassem direito, protegendo a população e prendendo os bandidos e soltando os inocentes. Mas nem todos os policiais são assim, alguns são de bem, e praticam o seu trabalho; mas a maioria são violentos e a favor dos bandidos.

 

 

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